Santa Catarina chegou à marca de 12 Indicações Geográficas (IGs) reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
O mais novo registro foi concedido ao alho roxo produzido no Planalto Catarinense, que recebeu a Denominação de Origem (DO).
A nomenclatura é destinada a produtos em que as características e qualidades estão diretamente relacionadas ao território onde são produzidos.
A conquista é resultado de um trabalho coletivo da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), Epagri, em parceria com Cidasc, Sebrae, UFSC e Copar (Cooperativa Regional Agropecuária do Meio-Oeste Catarinense).
Segundo o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, o reconhecimento é uma conquista que valoriza o produto e os produtores de todo o agronegócio catarinense.
O presidente da Epagri, Dirceu Leite, comenta sobre a importância do reconhecimento para a agricultura do estado.
SONORA
Reconhecido pela coloração roxa intensa, aroma marcante e maior concentração de compostos voláteis, o alho roxo do Planalto Catarinense se destaca pelas condições únicas de clima, solo e pelo saber tradicional acumulado pelos produtores da região.
O reconhecimento abrange os municípios de Caçador, Lebon Régis, Fraiburgo, Monte Carlo, Brunópolis, Curitibanos e Frei Rogério.
Entre as 12 Indicações Geográficas (IG) de Santa Catarina estão a Uva Goethe; Linguiça Blumenau; Cachaça e Aguardente de Luiz Alves; Frescal de São Joaquim e agora o Alho Roxo do Planalto Catarinense.
Repórter: Eduardo Melo
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